guerra iPhone vs. Palm Pre vs. G1

A CES 2009 colocou um jogador novo no mercado de smartphones balas. Vamos fazer um esforcinho aqui e ver como o Palm Pre fica perto do iPhone e do G1.
- Tela sensível multi-toque/ controle por gestos: as três telas são capacitivas, mas apenas o Pre e o iPhone são multi-toque. O Pre aumentou a área de toque de sua tela, com a “gesture area” (area de gestos, em uma tradução realmente livre), e isso é bem legal porque permite navegação pelo celular com uma mão só, alem de não interferir na tela. Esse “dock” que você trás da parte de baixo (onde ficam as aplicações ‘minimizadas’ parece realmente legal, mas será que você consegue aprender a usar intuitivamente, sem ter que ler o manual? Essa é a minha pergunta. Vantagem: iPhone/Pre
- Multitarefa: uma das nossas maiores tretas com o SDK do iPhone é a insistências em rodar apenas um app por vez. O “notification drawer” do G1 é um passo na direção certa, mas a interface do Pre é o primeiro sistema operacional que foi construído pensando especialmente em multitarefa. Os ‘cards’ (maomeno um bookmark) do Pre tem uma interface que leva em conta todos os aplicativos que estão sendo executados e podem ser facilmente alternados. As notificações específicas de cada um também não tiram você do sério, atrapalhando você quando um dos programas está minimizado, mas tem algo a dizer. Multitarefa é muito importante em um telefone, e é bem bacana que a Palm tenha percebido isso. Vantagem: Pre
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brinquedo que usa ondas cerebrais para mover bola
Na feira de tecnologia Consumer Electronics Show (CES), realizada até domingo (11) em Las Vegas, o estande da fabricante de brinquedos Matell está sempre cheio. São pessoas que querem conhecer — e também testar — um brinquedo chamado Mindflex, que utiliza ondas cerebrais para mover uma bolinha.
Atraído por essa promessa um tanto pretensiosa, que parece coisa dos jedis de “Guerra nas estrelas”, o G1 decidiu testar a novidade que será lançada pela empresa no segundo semestre deste ano, por cerca de US$ 80.

“Como a força do pensamento faz isso? Tem que pensar em algo específico? A bolinha vai para a direção que eu quiser?” foram algumas das perguntas feitas antes de a repórter acomodar na cabeça um headset bastante leve, com duas “presilhas” que ficam presas aos lóbulos das orelhas.
“Você é da turma dos céticos”, disse o exibidor, que naquele momento não respondeu a nenhuma das questões. Ele se limitou a dar as instruções necessárias para iniciar a brincadeira, já sabendo que as respostas viriam com a experiência de usar o Mindflex.(leia mais no g1)